Estudar as nossas raízes faz parte de um processo de autoconhecimento...

Estudar as nossas raízes faz parte de um processo de autoconhecimento...
Pretende-se que este blogue se materialize num importante contributo para o estudo das famílias do Alentejo, com especial incidência nas zonas de Borba, Estremoz, Vila Viçosa, Alandroal e Redondo.





“A genealogia não deverá tornar-se num processo dissimulado de busca obsessiva por gente nobilitada, socialmente distinta, mas antes como um veículo facilitador do conhecimento e apropriação do modo de vida daqueles que, independentemente do seu estatuto social e da sua condição económica, representaram o elo de uma corrente - a mesma que só tomou forma porque cada elo esteve em dado momento no seu lugar, com maior ou menor bravura, maior ou menor sofrimento e espírito de sacrifício, mais ou menos propósito, simplesmente teve a nobreza e o dom, que mais não fosse, da sua própria existência… e creiam que à medida que vou envelhecendo, vou proporcionalmente tomando maior consciência da importância e necessidade de “genealogia” e “humildade” caminharem sempre de mãos dadas…”

__________________________________________________________________________ O Autor





Célebres com costados alentejanos




"Berço" Alentejano


Tomás de Aquino Carmelo Alcaide  (cantor lírico)
n. 16.2.1901 - Estremoz

Tomás Alcaide

"Abandonou os seus estudos em Medicina para se dedicar de corpo e alma ao canto e à vida musical. Em 1925, partiu para Itália onde, em Milão, se estreou em 5 de Dezembro desse ano na ópera Mignon. Após ter estado cinco anos em Itália, foi sele(c)cionado para a estreia mundial de As Preciosas Ridículas, de F. Latuada, e para actuar no Teatro Scala de Milão.
Foi uma figura presente em vários cartazes líricos da Europa e América, até se retirar em 1948. Nesse ano regressou a Portugal, colaborando com Companhia Portuguesa de Ópera. Escreveu a obra Um Cantor no Palco e na Vida (1961), uma obra autobiográfica." (In Wikipédia)




n. 8.12.1894 - Vila Viçosa

Florbela Espanca

 "Florbela Espanca (Vila Viçosa, 8 de Dezembro de 1894 — Matosinhos, 8 de Dezembro de 1930), batizada com o nome Flor Bela Lobo. , foi uma poetisa portuguesa. A sua vida de trinta e seis anos foi plena, embora tumultuosa, inquieta e cheia de sofrimentos íntimos que a autora soube transformar em poesia da mais alta qualidade, carregada de erotização, feminilidade e panteísmo.
Filha de Antónia da Conceição Lobo e do republicano João Maria Espanca nasceu no dia 8 de Dezembro de 1894 em Vila Viçosa, no Alentejo. O seu pai herdou a profissão do sapateiro, mas passou a trabalhar como antiquário, negociante de cabedais, desenhista, pintor, fotógrafo e cinematografista. Foi um dos introdutores do “Vitascópio de Edison” em Portugal.
Seu pai era casado com Mariana do Carmo Toscano[4]. A sua esposa não pôde dar-lhe filhos. Porém, João Maria resolveu tê-los – Florbela e Apeles, três anos mais novo – com outra mulher, Antónia da Conceição Lobo, de condição humilde. Ambos os irmãos foram registados como filhos ilegítimos de pai incógnito[5]. Entretanto, João Maria Espanca criou-os na sua casa, e Mariana passou a ser madrinha de baptismo dos dois. João Maria nunca lhes recusou apoio nem carinho paternal, mas reconheceu Florbela como a sua filha em cartório só dezoito anos depois da morte dela[3]." (In Wikipédia)


Henrique Manuel Fusco Granadeiro (gestor)
n. 2.12.1943 - Rio de Moinhos, Borba

Henrique Granadeiro

"Proveniente de uma família humilde, cresceu no Alentejo, onde se licenciou em Economia e Gestão de Empresas, no antigo Instituto de Estudos Superiores de Évora, dos Jesuítas, em 1968. Antes disso frequentou o Seminário Maior de Évora, obtendo seis vezes o Prémio Escolar D. Dinis, além de uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian. Aos dezassete anos renunciou ao sacerdócio. Era ainda jovem quando fez os primeiros investimentos na bolsa, com o apoio de membros da família Espírito Santo, que se encontravam a estudar em Évora.
Findo o curso, foi assistente do referido Instituto, e ingressou como funcionário no Secretariado Técnico da Presidência do Conselho de Ministros, até 1971. Foi destacado para os gabinetes do ministro de Estado e do secretário de Estado do Planeamento e, em 1974, é nomeado director-geral da Acção Regional, no Ministério da Administração Interna, até 1976. Nesse ano é nomeado embaixador e representante permanente de Portugal na OCDE. foi chefe da Casa Civil do Presidente da República, general Ramalho Eanes, entre 1976 e 1979, e presidiu ao IFADAP - Instituto Financeiro de Apoio ao Desenvolvimento da Agricultura e Pescas, entre 1987 e 1990." (In Wikipédia)


Vitor Manuel Norte Ribeiro (actor)
n. 29.1.1951 - Borba

Vitor Norte


"Deixou a Escola Industrial e Comercial de Estremoz, para se instalar em Lisboa, tinha dezassete anos. Conheceu vários empregos, tendo sido adjudante de camionista e empregado de escritório. Teve aulas de ballet clássico com Ana Mascollo, frequentou oficinas de mímica e pantomima na Fundação Calouste Gulbenkian, e estreou-se como actor na Casa da Comédia. Chamado a cumprir o Serviço Militar Obrigatório, esteve dois anos na Guiné-Bissau, durante a Guerra do Ultramar.
Da sua carreira no teatro, salienta a participação em peças como Ay Carmela de José Sanchis Sinisterra, dirigido por Xosé Blanco Gil no Teatro Ibérico; Volpone de Ben Johnson, sob a direcção de Norberto Barroca no Teatro Aberto; Às Seis o Mais Tardar de M. Perrier, com Alexandre de Sousa no Instituto Franco Português; Horácios e Curiácios de Bertolt Brecht, com Antonino Solmer; Auto da Barca do Inferno de Gil Vicente, por Carlos Avilez; Os Quatro Cubos de Fernando Arrabal, por Herlander Peyroteo; Jogos de Praia de Whitehead, com João Canijo.
Estreou-se na televisão em Vila Faia (RTP, 1982), a que se seguiria a participação em numerosas séries e mini-séries, entre as quais Rua Sésamo (1990), Cluedo (1995), Alentejo Sem Lei (1990), Os Melhores Anos (1990), O Bairro da Fonte (SIC, 2000) ou Capitão Roby (SIC, 2000); telefilmes - Mustang de Leonel Vieira e Monsanto de Ruy Guerra; novelas (2007 - Ilha dos Amores, 2005 - Ninguém como Tu, 2003 - Queridas Feras, 2001 - Ganância, 1995 - Desencontros, 1994 - Na Paz dos Anjos).
Com uma presença regular no cinema, estreou-se em 1982, com A Vida é Bela, de Luís Galvão Telles. Colaborou depois com realizadores como Jorge Silva Melo, Luís Alvarães ou José Fonseca e Costa, que o viria a dirigir em Cinco Dias, Cinco Noites (1995), uma das suas interpretações mais significativas. Com o mesmo realizador participou em A Mulher do Próximo (1988), Os Cornos de Cronos (1992) e O Fascínio (2003). Salienta ainda No Dia dos Meus Anos de João Botelho, Ao Sul (1995) de Fernando Matos Silva, Sapatos Pretos (1998) de João Canijo, Jaime (1999) de António Pedro Vasconcelos, Respirar Debaixo de Água (2000) de António Ferreira, O Gotejar da Luz (2002) de Fernando Vendrell, A Mulher Polícia (2003) de Joaquim Sapinho, Tarde Demais (2000) e Os Lobos (2008) de José Nascimento." (In Wikipédia)


Vitorino Salomé Vieira (compositor e intérprete)
n. 1.1.1942 - Redondo

Vitorino Salomé

"Vitorino nasceu numa família de músicos, no Redondo. Desde que nasceu que ouvia musica em sua casa, tocada pelos seus tios, tendo sido sempre neste ambiente que cresceu, bem como os seus quatro irmãos, igualmente todos músicos. Vitorino é o terceiro dos cinco. O cantor Janita Salomé é o quarto.
Conheceu Zeca Afonso, de quem se tornou amigo, quando estava a fazer a recruta no Algarve. Fixou-se em Lisboa a partir dos 20 anos, onde se associou à noite, às tertúlias e aos prazeres boémios. Em 1968 entrou para o Curso de Belas Artes, mas já antes disso tinha começado a pintar.
Emigrado em França, estudou pintura e, para sobreviver,lavou pratos em restaurantes.Foi aqui que um amigo lhe disse que se ganhava mais a cantar na rua ou no metro do que a lavar pratos. Experimentou: era verdade. Largou os pratos e agarrou na guitarra.
Também em Paris se juntou, entre outros, com Sérgio Godinho e José Mário Branco, igualmente emigrados." (In Wikipédia)


Francisco Veredas Bandeiras (compositor e intérprete)
n. 2.5.1945 - Elvas


Paco Bandeira

"Paco Bandeira é o nome artístico pelo qual se tornou conhecido Francisco Veredas Bandeiras que nasceu 2 de Maio de 1945, na cidade alentejana e fronteiriça de Elvas, Portugal. As características da sua região natal, tais como as planícies e as searas, a interioridade da província portuguesa, a fronteira com a Extremadura, de Espanha, acabaram por marcar indelevelmente a sua música. Também a época em que viveu, num período de ditadura e opressão das classes populares, de censura, do 'salto' ou emigração para outros países europeus, do contrabando, das populações itinerantes de ciganos, da guerra colonial em África, deixou marcas nos seus temas. Foi casado, pai de duas filhas. Ingressou no serviço militar, passando três anos em Angola como primeiro-cabo num regimento de transmissões. Tem 3 filhas, Paula, Conceição e Constança e 4 netos Rúben, Carlota, Rita e Jessica Bandeiras." (In Wikipédia)



n. 6.5.1952 - Évora

António Pinto Basto

"Engenheiro mecânico de formação, António Pinto Basto licenciou-se no Instituto Superior Técnico, em 1974. Cedo demonstrou o gosto pela música, tendo iniciado a sua carreira ainda na década de 1970. Em 1988 consagra-se junto do grande público com o álbum Rosa Branca, um êxito apresentado em mais de 120 concertos. Seguiu-se Maria (1989) que repetiu o sucesso de vendas. Posteriormente assinou Confidências à Guitarra (1991), Os Grandes Sucessos de António Pinto Basto (1993) e Desde o Berço (1996). Em 1997 realizou uma digressão na Turquia, numa iniciativa da Comissão Europeia. Em 2000 conduziu o programa Fados de Portugal, na RTP1. Faz parte do grupo Quatro Cantos, onde recuperam grandes nomes do fado. Tem-se apresentado em países como África do Sul, Brasil, Índia, EUA, Canadá ou Macau. Foi vereador na Câmara Municipal de Estremoz, eleito pelo Partido Social Democrata." (In Wikipédia)



Ascendência Alentejana


n. 4.11.1972 - Lisboa, S. Jorge de Arroios
Ascendência comprovada em: 
Reguengos, S. Pedro do Corval, Caridade, Redondo, Montoito, Alandroal, S. Romão, Arcos, Estremoz, Sousel, Terrugem, Viana do Alentejo, Portel, Espanha, etc...

Luís Figo


"Aposentou-se a 31 de Maio de 2009. Representou a Selecção Portuguesa de Futebol por 127 vezes, fazendo dele o actual recordista de internacionalizações pela Selecção das Quinas.
Figo venceu o Ballon d'Or em 2000, foi o Melhor Jogador do Mundo pela FIFA em 2001 e está incluído no FIFA 100.
Figo é um de poucos futebolistas a ter jogado pelos dois rivais espanhóis, Barcelona e Real Madrid. Ganhou diversos campeonatos e troféus, como uma Taça de Portugal, quatro Campeonatos Espanhóis de Futebol, uma Liga dos Campeões da UEFA, uma Taça das Taças, uma Supercopa Europeia, uma Copa Intercontinental, quatro Campeonatos Italianos, uma Coppa Italia, e três Supercopas Italianas." (In Wikipédia)
n. 12.9.1962 - Lisboa, S. Sebastião da Pedreira
Ascendência comprovada em: 
Vila Viçosa, Redondo, Alandroal, etc.

Paulo Portas

"Estudou no Colégio de São João de Brito e licenciou-se em Direito, pela Universidade Católica Portuguesa.
Estreou-se no jornalismo aos quinze anos, como estagiário na redacção de O Tempo. Foi depois redactor de A Tarde e do Semanário, acompanhando Vítor Cunha Rego.
Iniciou a sua vida política na Juventude Social Democrata, em 1975, chegando a dirigir o seu jornal oficial, então designado Pelo Socialismo. Em 1979 aderiu também ao Partido Social Democrata, abandonando as duas estruturas em 1982.
Juntamente com Miguel Esteves Cardoso fundou O Independente, um jornal que pretendia revolucionar a imprensa portuguesa, contrapondo os jornais esquerdistas de então. Através d' O Independente protagonizou violentas críticas e denúncias contra os governos de Aníbal Cavaco Silva. A par do jornalismo leccionou, na Universidade Moderna de Lisboa, a disciplina de História das Ideias Políticas, e dirigiu a Amostra, centro de sondagens da mesma instituição.
Em 1995 abandona a direcção d' O Independente, iniciando uma carreira política. Foi eleito deputado à Assembleia da República, nas listas do Centro Democrático Social, pelo Círculo de Aveiro. Juntamente com Manuel Monteiro, protagonizou a revisão da orientação política do partido, que adoptara a designação de CDS-PP - Partido Popular." (In Wikipédia)


n. 23.8.1958 - Lisboa, Santa Isabel

Ascendência comprovada em: 
Évora, Avis, etc.

Constança Cunha e Sá



Ana Mafalda Veiga Marques dos Santos (compositora e intérprete)
n. 24.12.1965 - Lisboa

Ascendência comprovada em: 
Évora, Montemor-o-Novo, etc.
Mafalda Veiga


"Ana Mafalda da Veiga Marques dos Santos, conhecida como Mafalda Veiga nasceu 24 de Dezembro de 1965 em Lisboa, no seio de uma família grande, de origem Alentejana.
Com apenas 8 anos muda-se para Espanha, acompanhando os pais, onde permaneceu até o ano 1980. Após esta estadia de sete anos em terras espanholas o seu pai oferece-lhe uma guitarra. Foi um tio, Pedro da Veiga, guitarrista de fado, quem fez a iniciação à composição de Mafalda. Mais tarde, a cantautora afirmaria ter encontrado "solo fértil para as suas palavras" no instrumento, uma forma de canalizar a energia criativa da sua adolescência." (In Wikipédia)

n. 7.7.1979 - Lisboa

Ascendência comprovada em: 
Évora, Redondo, Estremoz, etc.

Bárbara Norton de Matos


"Licenciada em Comunicação Empresarial recebeu formação de João D'Ávila e Patrícia Vasconcelos na área de vídeo e casting. Tem integrado o elenco de diversas novelas e séries de ficção nacional. É filha do treinador de futebol, Luís Norton de Matos." (In Wikipédia)


Maria Inês da Costa Caldeira Castel-Branco (actriz)
n. 25.2.1982 - Lisboa
Ascendência comprovada em: 
Portalegre, Évora, Redondo, Castelo de Vide, etc.


Inês Castel-Branco

Tem integrado o elenco de diversas novelas e séries de ficção nacional. É filha da jornalista Luísa Castel Branco.